terça-feira, outubro 19

entrei furtivamente pela janela, ninguém poderia me ver. a porta do quarto como sempre, trancada, o silêncio reinava na casa vazia. observei o quarto apenas por alguns segundos e soube o que tinha de fazer.

tudo era igual.

deitei na casa, nenhum ruído quebrava o silêncio, puxei o grosso cobertor e olhei uma última vez para o teto, agora minha cabeça já estava coberta. não demorou muito e a escuridão do quarto se confundiu com a dos olhos fechados. não demorou muito e eu já não tinha consciência. pra sempre ali.

esperando alguém, dormindo bem.

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