sábado, julho 24

Eu olho

pra ele e vejo minha esperança ambulante, andando pra lá e pra cá, exausto. No momento, ele é tudo que eu tenho! Eu não quero, não quero ser forçada a viver pelo amanhã; porque agora tudo o que eu quero é ver ele bem. Quero passar horas do lado dele sem preocupação, é só ele. Entende?

É só ele que me faz chorar, mais do que qualquer outro! Mas também, ele é o único que me faz dar gargalhadas verdadeiras. Ainda digo, que se as pessoas tivessem metade do que eu tenho com ele, haveria menos guerras.

Eu amo tanto ele, mas tanto que me expresso errada. Eu sinto muito por às vezes não conseguir berrar a única coisa que importa. Sinto muito por passar horas falando besteira, sendo que pelo menos, a maioria delas, não são de verdade. Não fico zangada, desculpa, não sou assim. Não quero te odiar.

Mas achei isso e lembrei, um pouco, de como é falar a única coisa que importa, mesmo que não faça sentido:

"A gente tenta entender o desânimo e cai em profunda tristeza. Entendemos, deixamos passar várias coisas, tantas oportunidades. A gente tenta, tenta, tenta e entende, depois quer desentender.

Eu gosto é da sensação de saber que não controlo esses hormônios loucos, gosto de saber que não quero tentar controlar nada. Gosto é de você, não que alguém se importe, mas achei bom citar, sabe, eu gosto muito de você. /hum"

É, eu gosto muito de você. ~

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