Eu vivo pra repetir as coisas das quais eu ainda não tenho certeza. Pra dizer que morro todos os dias enquanto o mundo acaba lá fora, não sei mais porque as coisas têm um sentido, quando tudo que posso ver são esses pontinhos brilhando no horizonte.
E toda depressão, angustia, felicidade e sentimentos parecem pó quando olho pro céu. Eu também sou só um pontinho no meio de muitos outros, tão longe e tão insensível.
Mas perco a cabeça quando começo a contar aquela coisa chamada de felicidade.
Mas na imensidão desses dias pacatos e vazios quem sou pra falar de amor e felicidade?
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