domingo, junho 14

Só de passagem

Não estou na net meus amores, apenas precisava repassar a cena que ficou na minha cabeça graças ao rpg do cuei!

Eu invoquei com a psiquiatra em prisão domiciliar, de verdade. Alias, obrigada cuei, deu medo pra caralho. ._.

Os seus olhos encontraram os treze do relógio, não fazia sentido, mas ainda assim não era estranho. Dia 13 do 13, às 13 horas. Por algum motivo a prisão domiciliar não a satisfazia. Os seus atos a levaram a crer que seu lugar era no hospital. A chuva comprovava tal intuição e caia sem parar. O telefone tocou no bolso de seu sobretudo, sabia que hoje estaria de "plantão" e, sem dúvidas, atendeu imediatamente.

- Com quem eu falo?

- Alô?! Socorro! Eu to aqui no hospital Santo Amaro Corporation [?]! Minha filha sumiu cara! Eu to trancado no quarto!

O nome do hospital lhe era familiar, era o seu hospital.

- Sr. nós não trancamos as portas ai!

A interferência era quase infernal, apenas a Dr. conseguia ouvir. Vozes sussurravam coisas como: "O bisturi já está pronto Dr.", conversas de cirurgias de curto período.

- Você trabalha aqui?! Socorro! Eu to no quarto 13 do 2º andar! - A voz ficava desesperada a cada segundo.

A interferência continuava causando aflição na psiquiatra.

- Sr. saia daí! Ligue o 190! - Ligar o 190 significava não ir ao hospital, logo reformulou a frase. - Se afaste de janelas e portas, pegue alguma coisa e se proteja! Estou indo ai! - Desligou o telefone e com a mesma calma de antes foi até o hospital.

Seria mais um dia 13 de plantão.

Ok, ficou super esquisito, mas eu quis mesmo colocar em "papel" :x
Desculpe se ficou uma merda, mas eu gostei demais do rpg e tals. *-*

quinta-feira, junho 11

Amanhã de manhã

Foi um choque ver coisas que eu nunca serei pairando em minha frente. Era mais fácil aceitar quando eram profissionais, quando quem me parecia "bom" o suficiente, entretanto lá estava ele, um ser irreconhecivel que, sem sombra de dúvidas, era melhor e irreconhecivel.

Doeu imaginar que estou mesmo ficando pra trás apenas por falta de esforço. Mas essa já é outra história.

Abrir os olhos essa manhã foi engraçado, me mostrou novos "ares", fez bem para a alma por assim dizer. Mas admito que o sonho ainda tem me atormentado.

Ando mais inconstante do que aparento. Não releio meus textos, meus livros, meus mangás, não refaço antigos pensamentos e quando imagino que estou entrando na mesmice, chego a surtar, no sentido literal da palavra. Desligo o computador, fecho os livros, desligo as músicas, fecho os olhos e tento voltar. Voltar pra onde é uma boa pergunta, é quando minha cabeça decide ir para as tabelas.

Mas quando é hora de voltar para mesmice é fácil achar o caminho da volta, ele não muda apesar do tempo. Não há medo nem dor nisso tudo, há a angústia acumulada e a sensação de liberdade enganando aqueles que não o merecem.

Tudo isso é mesmo para um bem maior?!

terça-feira, junho 9

Que pena!

"As nossas condutas tão putas não valem a pena... Que pena!"

Foi um sonho bizarro, acordei suando apesar de tanto frio.

Me lembrou um pouco daquela história de coisas impossíveis acontecerem. x3
Fiquei meio away durante um tempo pensando num final praquilo tudo e acabei por comer arroz doce na varanda.

Eu realmente queria pensar que você sentiria um pouco a minha falta. Mas não deu né?! Fiquei pra trás, embora ainda olhe para os lados e veja pessoas que nunca imaginei em minha volta. É estranho abrir os olhos, da um ar de nostalgia, como se você ainda estivesse aqui. Estou sendo muito melosa?

"Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

Argh, dói só de lembrar, mas convivo com isso numa boa mesmo mermão. Não adianta chorar pelos cantos, não vai voltar mesmo. Pelo menos não pra mim. Quando voltar vai proutros braços então é só dar um basta.

Ai merda, chorando por coisas que podem nem acontecer, que diados eu estou fazendo?!

segunda-feira, junho 8

Na verdade... Nada muda.

Pelo retrovisor enxergamos tudo ao contrário
Letras, lados, lestes
O relógio de pulso pula de uma mão para outra e na verdade...
nada muda
A criança que me pediu dez centavos é um homem de idade no meu retrovisor
A menina debruçando favores toda suja
É mãe de filhos que não conhece
Vendeu-os por açúcar
Prendas de quermesse
A placa do carro da frente se inverte quando passo por ele
E nesse tráfego acelero o que posso
Acho que não ultrapasso e quando o faço nem noto
O farol fecha...Outras flores e carros surgem em meu retrovisor
Retrovisor é passado
É de vez em quando... do meu lado
Nunca é na frente
É o segundo mais tarde... próximo... seguinte
É o que passou e muitas vezes ninguém viu
Retrovisor nos mostra o que ficou;
o que partiu
O que agora só ficou no pensamento
Retrovisor é mesmice em dia de trânsito lento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi... calçadas e avenidas
Deixa explícito que se vou pra frente
Coisas ficam para trásA gente só nunca sabe... que coisas são essas


Amém - O teatro mágico

domingo, junho 7

Só de passagem!

"mas como entender que os dois, por serem feijão e arroz, encontram-se só de passagem?!"


eu que o pergunto.

sábado, junho 6

Crazy Little Thing Called Love!


e para onde ela fugiu?! se nas ruas da noite não havia nada para ser visto. era como se a loucura se refugiasse no sonho alheio e tudo o que sobrasse nas ruas fosse o conforto.

pra uma primeira impressão desse mundo, admito, foi lindo.

obs: o gif que eu queria ter postado no fotolog meu e do dane, mas aquela merda não aceitou :x

quarta-feira, junho 3

Err...

eu bati minha cabeça ._.'